Ouro Verde divulga Resultados do 1S17

Destaques

  • A economia brasileira voltou a crescer nos três primeiros meses do ano após oito trimestres consecutivos de queda. O Produto Interno Bruto (PIB) avançou 1,0% em relação ao 4º trimestre do ano anterior, representando um aumento de 50,0% sob a expectativa dos economistas, a qual representava um aumento de 0,5%. Tecnicamente, o resultado tira o Brasil da recessão após dois anos, mas para grande parte dos economistas, ainda é cedo para decretar o fim da crise. O mês de abril mantem o patamar de crescimento, uma vez que, de acordo com estudos divulgados pela FGV, o crescimento foi de 0,42%. Mesmo com esta perspectiva de crescimento, alguns economistas passaram a projetar um recuo de 0,20% para o 2º trimestre, de acordo com o Relatório do Mercado Focus. A Ouro Verde ainda colhe os frutos de um período de recessão na economia, porém, demonstrou novamente a sua grande qualidade de resiliência, uma vez que o impacto desse longo período de recessão não refletiu representativamente nos resultados da Companhia. A Receita Operacional Líquida, incluindo a venda de ativos, apresentou leve variação, com decréscimo de apenas 3,8% em relação ao 1S16, totalizando R$458,9 milhões. A Receita Operacional Líquida foi impactada pela redução de 6,2% da frota total, a qual ocorreu em função da estratégia da Companhia em selecionar os clientes mais rentáveis e os contratos com melhores margens, a fim de manter sua solidez financeira, visando redução nos níveis de sua alavancagem financeira.
  • O EBITDA ajustado dos segmentos de locação de máquinas e equipamentos pesados e terceirização de veículos leves no 1S17 totalizou R$236,1 milhões, recuo de 2,5% ante o valor apresentado no 1S16, com melhora na margem EBITDA em 1,9%, a qual fechou o período em 66,4.
  • A Receita Futura Contratada, proveniente dos contratos com nossos clientes, que variam de dois a sete anos, com média de 4,8 anos, totalizou R$1.885,8 milhões no encerramento do 1S17.
  • A frota totalizou 28.583 itens ao final dos 1S17. Deste montante, 8.310 itens representavam máquinas e equipamentos pesados e 20.273 itens representam veículos leves.
  • Ao final do 1S17, a Ouro Verde contava com uma posição de Caixa e Aplicações Financeiras no montante de R$290,8 milhões. Em contrapartida, o Endividamento Líquido atingiu R$ 1.448,4 milhões, dos quais, 47,2% são decorrentes de FINAME e Leasing.
  • A projeção da Companhia é manter sua solidez financeira, buscando o aumento da rentabilidade operacional por meio da redução de custos e despesas e novos investimentos ainda mais seletivos, consequentemente reduzindo seus níveis de alavancagem financeira. Esta cautela já pode ser verificada na redução da alavancagem (endividamento líquido/ Ebitda Ajustado 12 meses) de 3,08x no 1S16, para 3,01x no 1S17. Somando-se a receita da venda de ativos atingimos uma alavancagem de 2,06x.
  • No próximo semestre, com o intuito de melhorar o perfil do nosso endividamento e dar suporte a evolução dos nossos negócios frente a um ambiente de recessão econômica, a Ouro Verde tem como estratégia emitir novas operações de dívida através do mercado de capitais local e internacional, demonstrando foco no reforço de liquidez e alongamento do perfil da dívida.

Para acessar o Release de Resultados, clique aqui.

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